EDITORIAL: FASHION WEEK NO RIO É CENA E CENÁRIO

Foram aproximadamente 10 anos sem uma semana de moda carioca

Da Redação

Carioca assumida, a edição 53 da Rio Já incorpora Vinicius de Moraes e se enche de pose: Milão que nos perdoe, Paris que não nos leve a mal, São Paulo, bem, convenhamos, mas nenhuma cidade é tão bonita para ser capital mundial da moda, pelo menos na semana de realização da Rio Fashion Week.

A edição deste ano do evento vestiu-se para retomar os antigos desfiles-espetáculo, mas foi muito além disso, ao escolher alguns dos locais mais belos e icônicos da cidade para suas apresentações: o Palácio da Cidade, o Museu do Amanhã, os armazéns do Pier Mauá e, na noite final, sua excelência o Sambódromo – decretando a perfeita integração entre beleza, cultura e a moderna indústria da moda, atividade que tem a cara do Rio.

A Fashion Week foi, definitivamente, cena e cenário, como contam e exaltam a melhor repórter do ramo na cidade, Heloisa Marra, o apaixonado por samba e cultura popular Aydano André Motta, e a cereja do bolo aplicada pela colunista Gabriela Lopes Siqueira.

É luxo só!
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Jan Theophilo relata uma novidade importante: a nova xerife do Ibama na Costa Verde fluminense é a competente, jovem, bonita e quilombola Victoria Caroline. A bióloga será a fiscal do paraíso e promete jogo duro contra os atentados à natureza.
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Ainda no mesmo assunto, do outro lado do Estado vem outra boa notícia, motivo da reportagem de Marcelo Macedo Soares. Arraial do Cabo bate um recorde mundial e atinge cenário subaquático de visibilidade impressionante – de até 40 metros – com vida marinha abundante.
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Lucila Soares mostra que a Casa Brasil está inaugurando uma exposição imperdível de 60 artistas fluminenses, e ainda devolve ao carioca uma praça histórica, ao lado de uma área de bares e restaurantes. Visita obrigatória.
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Comes e bebes. Nosso crítico de gastronomia Bruno Agostini segue a nova tendência mundial e mostra o que há de melhor em coquetelaria no Rio. Sem pileque.
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Caroline Rocha atende à curiosidade dos cariocas e, num texto objetivo de perguntas e respostas, explica como vai funcionar a nova Guarda Municipal, que agirá contra pequenos assaltos e crimes que podem dispensar a atuação da PM. A guarda vai usar armas, mas promete ser civilizada e evitar violência.
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E também há lugar para velhas brincadeiras. Luisa Prochnik descobre que muitos cariocas estão dispensando a impessoalidade das telas para voltar a brincar com partidas reais em jogos de tabuleiros, como nos bons tempos. Vida de verdade, congraçamento, muita risada e um ótimo bar e restaurante animam a jogatina.
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Façam seu jogo, e boa leitura.