Bruno Agostini
Você já ouvir falar da Prexeca?Não pense bobagem. Trata-se de um petisco muito popular nos botecos de Beagá, que começa a dar as caras por aqui. Está no menu do Suru Bar, entrou recentemente como opção especial de fim de semana no Bar Sambódromo e vem sendo objeto de testes na Choperia Cotovelo, para quem sabe entrar no concurso do festival Botecar.
– Prexeca mineira em terras cariocas. Em BH tem dois nomes geralmente, prexeca e xuranha. É a mesma coisa, segundo os botequeiros: as xuranhas geralmente são mais carnudas, é um disco de carne um pouco mais alto – conta Raí Mendes, bartender mineiro, especialista no assunto e sócio do Suru Bar, responsável por colocar o salgado no menu.
Eu recomendo pimenta pra temperar e cerveja pra molhar o bico.
Para garantir o seu, no Suru Bar o trio de prexecas é destaque do menu, item que eu diria ser obrigatório servir. São discos empanados de carne suína e bovina com jiló e aioli de limão-cravo. Já virou clássico.
Rogamos para que o Sambódromo incorpore a receita ao menu.
– Eu não pretendo por no cardápio fixo, não. Farei especiais por um tempo, uma ou duas vezes por mês. Esse fim de semana vai ter de novo – diz Anderson Zoroastro, sócio e chef do bar, pertinho da Marquês de Sapucaí, daí o nome.
Ficamos na torcida!
Depois dos testes, Raphael Vidal decretou hoje: “Não vai ter prexeca”.
Pena, mas ao menos por enquanto…








